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Arte Visionária que se materializa em forma, cor e experiência

César Franzói é um artista plástico autodidata que construiu sua trajetória a partir da experimentação, da intuição e de uma profunda conexão com a arte visionária. Sua linguagem nasce da fusão entre geometria sagrada, espiritualidade e estética psicodélica, criando obras que atravessam dimensões visuais e sensoriais.

Sua jornada artística começou em 2002, através das esculturas. Especializou-se na criação de estruturas em geometria sagrada, desenvolvendo uma técnica única que rapidamente ganhou espaço no cenário da música eletrônica. Suas obras passaram a compor cenografias imersivas em grandes festivais, como Respect, Cachoeira Alta, Universo Paralelo, Tranced, Klatu e o internacional Boom Festival, em Portugal.

Em 2008, César expandiu sua expressão para o desenho, incorporando novos elementos à sua identidade artística. Participou de importantes salões de arte, como o Salão de Arte de Rio Claro e o Salão de Arte de Atibaia, além de integrar uma exposição coletiva no Museu Nacional, em Brasília — consolidando sua presença no circuito artístico.

Hoje, dedica-se integralmente ao seu projeto autoral Janelas do Imaginário, uma fusão entre galeria, marca e experiência artística localizada na Vila de São Jorge, na Chapada dos Veadeiros. O espaço é um portal para a arte visionária, onde o público encontra obras originais, produtos exclusivos e uma atmosfera imersiva que traduz seu universo criativo.

É também nesse território que César está construindo o Museu Janelas do Imaginário, um espaço dedicado à expansão da arte visionária no Brasil — um convite para mergulhar em novas formas de percepção, beleza e consciência.

Ao lado de sua companheira artística, Jackelyne Teixeira, o projeto ganha ainda mais força. Jackelyne, pintora com sólida trajetória nas artes, trabalha com tinta acrílica e óleo, trazendo profundidade, sensibilidade e potência às criações. Juntos, desenvolvem obras que unem técnica, expressão e identidade, dando vida a um universo único.

Mais do que arte, o trabalho de César Franzói é uma experiência — um convite para enxergar além do óbvio e atravessar as fronteiras do imaginário.